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Planejador de experimento

Hipótese, métricas, amostra, duração e regra de decisão num documento só, combinado antes de começar.

  • Métricas e experimentação
  • CPXS · domínio 1
  • Grátis, sem cadastro
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Veja o resultado pronto antes de preencher.

Exemplo com dados fictícios

Veja como fica o resultado: Planejador de experimento

Um caso inventado, no mesmo formato que a ferramenta entrega. Nada do que você preencheu muda.

Hipótese

1 de 7

A aposta que o experimento vai testar: mudança, público e resultado.

A prévia aparece aqui

Comece pelo primeiro campo e acompanhe o resultado se formar deste lado. Para ver antes como ele fica pronto, abra o exemplo.

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Um plano de experimento é o documento que fixa, antes do teste, tudo o que poderia ser ajustado depois para favorecer um resultado: a hipótese, a métrica principal, as métricas de proteção, a unidade de aleatorização, a amostra, a duração e a regra que decide entre adotar, iterar ou parar. Escrever o plano antes protege o time de ler os dados conforme a conveniência.

Como usar

  1. Escreva a hipótese, ou importe a que você montou no gerador de hipóteses.
  2. Defina uma métrica principal e as métricas de proteção que não podem piorar.
  3. Escolha a unidade de aleatorização, o público e as variantes.
  4. Informe valor atual, efeito mínimo e tráfego para calcular amostra e duração.
  5. Marque as ameaças à validade já tratadas e combine a regra de decisão com quem decide.

O que cada campo pede

CampoO que preencher
HipóteseA aposta que o experimento vai testar: mudança, público e resultado.
Métrica principalUma só: é ela que decide o resultado.
Métricas de proteçãoO que não pode piorar enquanto a principal melhora.
Unidade de aleatorizaçãoO que é sorteado para cada variante. Deve combinar com a métrica.
Público do experimentoQuem entra no teste e quem fica de fora.
VariantesUma por linha, começando pelo controle. Até quatro.
Valor atual da métrica (opcional)Em porcentagem. Com o efeito mínimo, calcula a amostra.
Efeito mínimo (opcional)Em % relativo: a menor melhora que justificaria a mudança.
Visitantes por dia (opcional)Quem entra no experimento por dia, somando as variantes.
Nível de confiançaProtege contra falso vencedor.
Poder estatísticoChance de detectar o efeito se ele existir.
Prazo máximo em semanas (opcional)Quanto tempo o negócio aceita esperar pela resposta.
Ameaças já tratadasMarque o que o plano já cobre. O resto vira pendência.

Exemplo

Uma loja virtual fictícia planeja testar o frete estimado na página do produto. A métrica principal é a conversão do carrinho em compra (hoje 4%), com ticket médio e taxa de devolução como proteção, sorteio por usuário e duas variantes. Para detectar uma melhora de 15% (de 4% para 4,6%), o plano pede 17.943 pessoas por variante, 35.886 no total: com 3.000 visitantes por dia, duas semanas completas, dentro do prazo de quatro. Duas ameaças ficam como pendência: data atípica e contaminação entre grupos.

Quando usar

  • Antes de pedir ao time de engenharia que implemente as variantes de um teste A/B.
  • Para alinhar com liderança e áreas parceiras o que conta como sucesso antes de ver os dados.
  • Quando um teste anterior gerou discussão sobre o que o resultado significava.
  • Para registrar o desenho do experimento junto com a decisão tomada no fim.

Perguntas frequentes

O que entra num plano de experimento?

Hipótese, métrica principal, métricas de proteção, unidade de aleatorização, público, variantes, amostra, duração, regra de decisão e ameaças à validade. Tudo definido antes de o teste começar.

O que são métricas de proteção?

São as métricas que não podem piorar enquanto a principal melhora, como ticket médio, devoluções ou chamados de suporte. Elas evitam declarar vitória numa mudança que transfere o prejuízo para outro lugar.

Como escolher a unidade de aleatorização?

Sorteie o que corresponde à métrica: se a métrica é por pessoa, sorteie por usuário; se é por empresa cliente, por conta. Sortear por sessão quando a métrica é por pessoa deixa a mesma pessoa ver as duas variantes e mistura os efeitos.

Por que definir a regra de decisão antes?

Depois de ver os dados, sempre aparece uma leitura que favorece a opção preferida. Com a regra escrita antes (adotar, iterar ou parar), a decisão segue o critério combinado e não a vontade do dia.

Quais são as principais ameaças à validade?

Instrumentação errada, divisão de tráfego desequilibrada, parar o teste cedo, efeito de novidade, datas atípicas, contaminação entre grupos e tráfego de robôs. O checklist mostra quais o plano já cobre e quais ficam como pendência.

E se o teste não couber no prazo?

Aumente o efeito mínimo, coloque mais tráfego no experimento ou escolha uma métrica mais sensível, mais perto da mudança. Se nada disso basta, um teste A/B não é o método certo: prefira um protótipo ou uma pesquisa qualitativa.