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Gerador de hipóteses de produto

Da observação à frase que um teste pode confirmar ou derrubar, com métrica, número e prazo.

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Veja o resultado pronto antes de preencher.

Exemplo com dados fictícios

Veja como fica o resultado: Gerador de hipóteses

Um caso inventado, no mesmo formato que a ferramenta entrega. Nada do que você preencheu muda.

Evidência

1 de 5

O que você viu nos dados, em entrevistas ou no suporte que motiva a hipótese.

A prévia aparece aqui

Comece pelo primeiro campo e acompanhe o resultado se formar deste lado. Para ver antes como ele fica pronto, abra o exemplo.

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Uma hipótese de produto é uma aposta escrita de forma que um experimento possa mostrar que ela está errada: diz qual mudança, para qual público, deve produzir qual resultado, e como o time vai saber. O formato "Acreditamos que... Saberemos que é verdade quando..." obriga a declarar a métrica, a variação esperada e o prazo antes de construir, separando aprendizado de opinião.

Como usar

  1. Descreva a observação ou evidência que motiva a hipótese: dado, entrevista, chamado de suporte.
  2. Diga quem é o público e qual mudança você propõe.
  3. Escreva o resultado esperado como mudança de comportamento, não como entrega.
  4. Informe a métrica, a direção, o valor atual, a variação esperada e o prazo.
  5. Revise a checagem de qualidade e leve a hipótese para o planejamento do experimento.

O que cada campo pede

CampoO que preencher
Observação ou evidênciaO que você viu nos dados, em entrevistas ou no suporte que motiva a hipótese.
PúblicoQuem a mudança afeta, o mais específico possível.
Mudança propostaO que você vai fazer, numa frase que começa com verbo.
Resultado esperadoA mudança de comportamento que você espera, começando com verbo.
Métrica (opcional)O número que vai mostrar se a hipótese se confirma.
A métrica deveA direção em que a métrica precisa andar.
Valor atual da métrica (opcional)Em porcentagem. Com ele, a ferramenta calcula a amostra do teste.
Variação esperada (opcional)Em % relativo ao valor atual. É o que torna a hipótese refutável.
Prazo (opcional)Em quanto tempo o efeito deve aparecer.

Exemplo

Uma loja virtual fictícia viu que 6 em cada 10 compradores no celular abandonam o carrinho na etapa do frete. A hipótese gerada: "Acreditamos que mostrar o valor do frete já na página do produto para compradores que acessam pelo celular vai reduzir o abandono na etapa do frete. Saberemos que é verdade quando a conversão do carrinho em compra subir de 4% para 4,6% (+15%) em 4 semanas." Ela passa nos seis critérios de qualidade, e o experimento mínimo é um teste A/B com 17.943 pessoas por variante.

Quando usar

  • Antes de pedir tempo do time para construir uma ideia, para declarar o que ela precisa provocar.
  • Ao sair de uma rodada de entrevistas, para transformar observações em apostas testáveis.
  • Para revisar um backlog cheio de soluções sem resultado esperado.
  • Antes de planejar um teste A/B, para fixar a métrica e a variação mínima.

Perguntas frequentes

O que é uma boa hipótese de produto?

É uma frase que pode estar errada e que um teste consegue derrubar. Ela parte de uma evidência, nomeia público, mudança e resultado, e diz em qual métrica, com qual variação e em qual prazo o resultado deve aparecer.

Qual a diferença entre hipótese e ideia?

A ideia descreve o que fazer; a hipótese descreve o efeito esperado e como medi-lo. "Mostrar o frete na página do produto" é uma ideia. A hipótese acrescenta para quem, o que deve mudar no comportamento e qual número confirmaria isso.

Como escolher a métrica?

Use a métrica mais próxima do comportamento que a mudança deve alterar, que o time já mede e que reage dentro do prazo do teste. Métricas muito distantes, como receita anual, demoram e misturam outras causas.

Por que a hipótese precisa de um número?

Sem variação esperada, qualquer movimento da métrica parece confirmar a aposta. O número define quanto a métrica precisa mudar para valer o custo, e é ele que permite calcular a amostra do teste.

Quantas hipóteses devo ter ao mesmo tempo?

Poucas por objetivo: duas ou três em teste, com uma métrica principal cada. Muitas hipóteses abertas dividem o tráfego, alongam os testes e dificultam saber o que causou cada resultado.

Como priorizar hipóteses?

Compare o tamanho do efeito esperado, a força da evidência e o custo de testar. Comece pelas que têm evidência razoável e teste barato; hipóteses fracas pedem primeiro uma descoberta mais simples, como entrevistas ou um protótipo.

O que fazer quando o teste refuta a hipótese?

Registre o aprendizado: a mudança não produziu o efeito esperado naquele público e prazo. Isso evita construir algo inútil. Revise a evidência original e decida se vale uma variação da hipótese ou se a aposta deve ser descartada.