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PMCert

Plano de teste de protótipo

Decida antes do teste o que aprender, com quem, como medir e o que fazer com cada resultado.

  • IA e design thinking
  • CDTS · domínio 6
  • Grátis, sem cadastro
  • PNG · PDF · Markdown · DOCX

Veja o resultado pronto antes de preencher.

Exemplo com dados fictícios

Veja como fica o resultado: Plano de teste de protótipo

Um caso inventado, no mesmo formato que a ferramenta entrega. Nada do que você preencheu muda.

O que aprender

1 de 5

O protótipo em uma frase.

O que precisa ser verdade para a ideia funcionar e ainda não foi comprovado.

A prévia aparece aqui

Comece pelo primeiro campo e acompanhe o resultado se formar deste lado. Para ver antes como ele fica pronto, abra o exemplo.

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Um plano de teste de protótipo define, antes da primeira sessão, qual suposição decisiva o protótipo precisa confirmar ou refutar, com que fidelidade, com quantas pessoas e de que perfil, quais tarefas elas vão fazer e que resultado leva a continuar, mudar ou descartar a ideia. Decidir os critérios antes impede que o time leia o resultado do jeito que prefere.

Como usar

  1. Escreva o que será testado e a suposição decisiva: o que precisa ser verdade e ainda não foi comprovado.
  2. Escolha a fidelidade mais baixa que responda à suposição e o formato das sessões.
  3. Defina número e perfil dos participantes, o cenário e de 1 a 5 tarefas, com a principal primeiro.
  4. Fixe os critérios de sucesso e de fracasso e escolha as métricas a registrar.
  5. Leia os avisos, exporte o plano em PDF ou DOCX e a folha de registro em CSV.

O que cada campo pede

CampoO que preencher
O que será testadoO protótipo em uma frase.
Suposição decisivaO que precisa ser verdade para a ideia funcionar e ainda não foi comprovado.
Fidelidade do protótipoUse a mais baixa que ainda responda à suposição.
Formato das sessõesCom alguém da equipe conduzindo ou a pessoa sozinha.
Número de participantesTestes qualitativos costumam usar de 5 a 8 pessoas por perfil.
Perfil dos participantesQuem vive a situação de verdade, descrito por comportamento.
Duração da sessão (opcional)Em minutos. Vazio: 45.
Cenário (opcional)O contexto que a pessoa recebe antes das tarefas, sem citar a tela.
TarefasDe 1 a 5, a primeira é a principal. Diga o objetivo, não onde clicar.
Sucesso: no mínimo quantos concluemQuantos participantes precisam concluir a tarefa principal sem ajuda para continuar.
Fracasso: no máximo quantos concluemCom esse número ou menos, a ideia é descartada nesta forma.
MétricasO que registrar em cada tarefa.

Exemplo

Um serviço fictício de cestas de hortifrúti quer saber se quem nunca assinou entende os tamanhos de cesta e escolhe sem pedir ajuda. O plano usa um protótipo clicável em sessões moderadas remotas de 40 minutos com 6 pessoas que compram frutas e verduras toda semana. São três tarefas, e a principal é escolher a cesta e chegar à confirmação. A regra de decisão fica: continuar se 5 ou 6 concluírem sem ajuda, mudar com 3 ou 4 e descartar com 2 ou menos. A folha de registro sai com 18 linhas, uma por participante e tarefa.

Quando usar

  • Antes de testar um protótipo com usuários, para que todos concordem sobre o que conta como sucesso.
  • Quando o time discute a fidelidade: o plano mostra o que cada tipo de protótipo responde e o que não responde.
  • Para preparar quem vai conduzir as sessões, com roteiro, tarefas e perguntas finais prontos.
  • Para registrar a decisão depois do teste e explicar por que a ideia seguiu, mudou ou foi descartada.

Perguntas frequentes

Quantos participantes um teste de protótipo precisa?

Testes qualitativos costumam usar de 5 a 8 pessoas por perfil: depois disso os problemas começam a se repetir. Se houver perfis muito diferentes, planeje uma rodada para cada um.

Que fidelidade escolher?

A mais baixa que ainda responda à suposição. Papel serve para estrutura e entendimento; clicável, para navegação; operação manual por trás da interface, para testar o valor do resultado antes de automatizar; serviço feito à mão, para testar se a necessidade existe.

Por que definir os critérios antes?

Porque depois de ver os resultados é fácil achar que 3 de 6 foi bom. Com sucesso e fracasso fixados antes, o resultado decide, e a discussão fica sobre o que fazer, não sobre o que o número quer dizer.

Como escrever uma boa tarefa?

Diga o objetivo da pessoa no cenário, não o caminho na tela. "Escolha a cesta certa para a sua casa" testa o protótipo; "clique em planos" só testa se a pessoa sabe obedecer.

Vale perguntar se a pessoa usaria o produto?

Como métrica, é evidência fraca: as pessoas tendem a responder com otimismo. Pergunte sobre o passado e observe o comportamento; se registrar a intenção, use-a só como complemento.

O que fazer com o resultado na faixa do meio?

Corrija os pontos de falha que mais se repetiram e teste de novo com pessoas novas. Se a faixa do meio se repetir, volte à suposição: talvez o problema esteja no enquadramento, não na interface.